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  • O Amor pela Trilogia Analítica.

    Existe, porém, uma grande diferença entre afeto e erotismo. Muitas vezes, um pode até se opor ao outro, no caso de utilizarmos o sexo, e as fantasias sexuais, para fugir da realidade, dos problemas, da realização do bem social. Amor é sinônimo de tolerância à consciência, de percepção da realidade Conforme a compreensão da Trilogia Analítica, o amor é o único sentimento real, extremamente saudável, quer seja no sentido físico como no psíquico. O ódio, a raiva, a inveja, são atitudes contra o sentimento de amor, e não são sentimentos no verdadeiro sentido da palavra. Se o ser humano quer se desenvolver na vida e ter mais consciência dos problemas e de sua solução, é necessário que procure incentivar seus sentimentos de afeto. Isso porque ele proporciona paz interna e tolerância, ao vermos os nossos erros e os dos outros. A conscientização da inveja, na pessoa amorosa, também traz tranquilidade pela aceitação do que é bom, belo e verdadeiro na sua vida e na dos outros. Só o amor consegue tolerar a consciência do mal e de terceiros; ele também é paradoxal, pois só os indivíduos muito afetivos admitem que dão pouco amor, e os mais arrogantes e cheios de ódio julgam-se cheios de afeto. O amor sempre leva para o progresso, para a alegria e isso obrigatoriamente proporcionará uma sanidade orgânica e psicológica muito grande, ele não é um sentimento de ataque, mas de preservação da vida. A tal ponto isso é sabido, que sempre se associa o amor ao bom funcionamento do coração e o simbolizamos com o desenho de um coração vermelho, bonito e saudável; também é responsável pela boa circulação sanguínea, que ao trazer a descontração muscular, produz o relaxamento. O contrário é a atitude neurótica da pessoa que, devido às emoções de raiva, medo e inveja, está constantemente lançando na sua corrente sanguínea, noradrenalina e adrenalina, como função vasoconstritora, isso provoca a contração muscular, provocando e impedindo que o sangue circule bem. A pessoa afetiva é descontraída, a que rejeita afeto, é tensa e rígida, chegando a causar problemas graves na postura, na musculatura, na coluna e em todo o funcionamento do organismo, sofrendo frequentemente de problemas cardíacos. Quando, na Trilogia Analítica, falamos sobre a vida afetiva, geralmente às pessoas têm dificuldades em compreender o que referimos. Ela não, é algo que venha de fora, que dependa de um relacionamento ou de um terceiro para existir. O amor é inato no nosso íntimo, porém, depende de nossa aceitação para se manifestar; é um movimento de dentro para fora, no sentido de querer levar o bem aos objetos amados (generosidade); é ele que fornece a energia básica necessária para ações intelectuais e físicas. Quando estamos diante de uma paisagem bonita, um animal gracioso, uma flor delicada ou uma pessoa bondosa e verdadeira, o sentimento que nos invade não é gerado naquele momento, causado por aquele objeto, mas é por ele despertado e, se o indivíduo não for muito invejoso, o sentimento de amor se manifestará com maior intensidade. Porém, mais amor ainda é necessário para aceitação da consciência da nossa psicossociopatologia (problemas psíquicos e sociais) e seus esforços para solucioná-los. Existe, porém, uma grande diferença entre afeto e erotismo. Muitas vezes, um pode até se opor ao outro, no caso de utilizarmos o sexo, e as fantasias sexuais, para fugir da realidade, dos problemas, da realização do bem social. Amor é sinônimo de tolerância à consciência, de percepção da realidade; por isso, Santo Agostinho já explicava, que só os que têm muito amor conseguem reconhecer as próprias misérias e ás da humanidade, e só o homem interiorizado é bom. Amor, para a Trilogia Analítica, é o mesmo que espiritualidade; e espirito é ação boa, bela e verdadeira. Assim, o amor se mede através da quantidade de obras boas que um indivíduo realiza em sua vida, e da tolerância que ele tem em admitir suas próprias más intenções e a dos demais, para conseguir corrigi-las. Portanto, se houver um treino para uma atitude de interiorização constante, o ser humano poderá desenvolver muito a sua vida afetiva e usufruir mais dela; ela, coexiste constantemente no nosso íntimo e a sua rejeição é fonte de grande angústia e mal-estar. ABC da Trilogia Analítica. Presságio O AMOR, quando se revela, Não se sabe revelar. Sabe bem olhar para ela, Mas não lhe sabe falar. Quem quer dizer o que sente Não sabe o que há de dizer. Fala: parece que mente... Cala: parece esquecer... Ah, mas se ela adivinhasse, Se pudesse ouvir o olhar, E se um olhar lhe bastasse Para saber que a estão a amar! Mas quem sente muito, cala; Quem quer dizer quanto sente Fica sem alma nem fala, Fica só, inteiramente! Mas se isto puder contar-lhe O que não lhe ouso contar, Já não terei que falar-lhe Porque lhe estou a falar... Fernando Pessoa Por Dan Mena. Membro Supervisor do Conselho Nacional de Psicanálise desde 2018 - CNP 1199 Membro do Conselho Brasileiro de Psicanálise desde 2020 - CBP 2022130

  • A Inveja pela Trilogia Analítica.

    Freud deu o nome de instinto de morte (Tânatos) a essa conduta, que via como proveniente de um inconsciente natural, já havia percebido que, nos doentes mentais mais graves (os psicóticos), havia um componente particular e patológico. Freud deu o nome de instinto de morte (Tânatos) a essa conduta, que via como proveniente de um inconsciente natural, já havia percebido que, nos doentes mentais mais graves (os psicóticos), havia um componente patológico de inveja muito forte. Melanie Klein, outra psicanalista genial, aprofundou-se um pouco mais no estudo da inveja, atuando nos processos psicológicos doentios. Norberto Keppe alargou ainda mais essa compreensão, verificando que a inveja é a raiz de toda a problemática humana, tanto no sentido psicológico, individual, como no social. O sentido da inveja, para Keppe, difere do sentido que o povo normalmente dá para esse termo. Inveja, como diz a origem da palavra, em latim (invidere), quer dizer: não ver. Portanto, o entendimento verdadeiro da palavra inveja deve ser retirado da sua origem etimológica — invejoso é o indivíduo “que não quer ver”. Não quer ver o quê? Não quer ver o que é bom, belo e verdadeiro: não quer ver o que é — pois tudo o que é, por si, é bom. A realidade original era somente boa, bela e verdadeira até que o ser humano começou a estragá-la pela inveja, pois, o bem do outro, o bem que nos é exterior, traz a consciência dos nossos males, como uma dialética automática (comparação). Desejamos destruir essa consciência, assim como o feio quer quebrar o espelho que lhe mostra a feiura; o ser humano quer brilhar sozinho e com isso acaba destruindo não somente a beleza a sua volta como a própria. Na Trilogia, nós vemos a inveja como a base de todos os problemas psicológicos que dela decorrem e são imediatamente ligados: a teomania (desejo de ser como um deus); a megalomania (ideias de grandeza, que estão englobadas na teomania); o narcisismo (adoração de si mesmo, do próprio corpo, da própria personalidade); a arrogância (achar-se sempre certo, o dono da verdade); a alienação e a inversão, que seriam as mais graves de todas as consequências. O invejoso é aquele que é contra, que diz “não” para o que ele próprio, no fundo, mais gosta — o que é bonito, o que é veraz. Essa negação é feita sem que a pessoa a perceba claramente e ela pode direcionar toda a sua vida para a infelicidade, levada por essa patologia não conscientizada. Alguns chamam a isso masoquismo, outro sadismo — o desejo de sofrer e fazer os outros sofrerem. Estamos sempre querendo estragar nossos bons momentos e os bons momentos dos outros. Essa é uma atitude tão grave e tão infernal, que mal podemos nos livrar dessa trama. A isso nós chamamos de inveja universal. Universal, porque ela é característica de todos os indivíduos, de todas as raças, e porque é dirigida a todo o universo, obra magistral de criação divina. Cada qual justifica essa inveja universal por meio de um sistema de ideias (filosofia de vida). O cristianismo, o judaísmo, por exemplo, sempre apregoam a necessidade de sofrer para alcançar-se o céu, como se Deus fosse um carrasco querendo o nosso sacrifício que estivesse aguardando a primeira oportunidade para promover uma punição. O ser humano quer brilhar sozinho e com isso acaba destruindo não somente a beleza à sua volta como a própria. Podemos dizer dos indivíduos poderosos que, pela inveja não conscientizada, não permitem nem a felicidade do povo e nem de si mesmos, pois também pisam na própria vida e não somente na de seus escravos. Fomos presenteados com tudo, em abundância, para vivermos na riqueza, na saúde, na descontração, na alegria, na usufruição e na realização; enfim, o Criador quer que vivamos na felicidade e nós permitimos que um pequeno grupo de doentes mentais, que detém todo o poder em suas mãos, rouba-nos o que nos é de direito. Eles criaram uma sociedade doentia e invejosa, com guerras, fome, pobreza, doenças, destruição, um caos no planeta, e ainda se queixam da vida, mas, tudo isso, com a nossa convivência. Vivemos num inferno “dialético”, ou seja, recebemos, como herança de nossos antepassados, uma civilização baseada na “filosofia dos problemas”, e, por outro, alimentamos e passamos para a frente o mesmo engano. A grande maioria dos problemas humanos foi criada pelos indivíduos mais doentes e pela sociedade, que está muito doente, com a nossa conivência e omissão. Estão todos aí, e ignorar a consciência dos mesmos não vai nos ajudar em nada. Mas é preciso notar que nós não temos tido realmente a intenção de acabar com os problemas. No Brasil, existe um ditado que diz: “Por que simplificar se podemos complicar?” Isso mostra bem que não aceitamos nada bom sem, fazermos algo para estragar. O homem com poder é perito em criar sistemas sociais complexos e problemáticos, que acabam sempre por criar dificuldades incríveis para todos. Hoje, penso na loucura que é essa atitude dos seres humanos — e quanto mais neuróticos o indivíduo e a sociedade, mais são contra a felicidade. Obviamente, isso não é perfeitamente consciente para nós e, principalmente, que a causa mais profunda desse fenômeno seja a inveja universal. Nós acreditamos que o desejo maior na vida é a felicidade. E, o que mais desejamos, é justamente o que mais rejeitamos. Por exemplo: o desejo que muitos têm de mudar de vida, que se viajarem para este ou aquele lugar, se mudarem de país, emprego, situação, namorada, então serão felizes; mas isso acontece devido à inveja e à ingratidão, pois, assim como a pessoa não é grata e feliz com o que tem de bom na vida agora, não se sentirá bem e feliz aonde quer que vá e com o que quer que faça. Sim, os seres humanos, homens e mulheres sofrem, têm neuroses, psicoses, por simplesmente serem incapazes de aceitar a felicidade que a vida lhes oferece, com o agravante de que os mais loucos, poderosos, e a sociedade que formaram fazem tudo para roubá-la. Tenho a esperança de que, conscientizada a verdadeira causa da questão, a humanidade mude de atitude, passando a usufruir todo o bem que lhe foi destinado. ABC da Trilogia Analítica O Salmo 41, por exemplo, é um dos mais lembrados quando o assunto é inveja, já que inspira força e proteção. 1. Bem-aventurado é aquele que atende ao pobre; o SENHOR o livrará no dia do mal. 2. O Senhor o livrará, e o conservará em vida; será abençoado na terra, e tu não o entregarás à vontade de seus inimigos. 3. O Senhor o sustentará no leito da enfermidade; tu o restaurarás da sua cama de doença. 4. Dizia eu: Senhor, tem piedade de mim; sara a minha alma, porque pequei contra ti. 5. Os meus inimigos falam mal de mim, dizendo. Quando morrerá ele, e perecerá o seu nome? 6. E, se algum deles vem me ver, fala coisas vãs; no seu coração amontoa a maldade; saindo, é disso que fala. 7. Todos os que me odeiam murmuram a uma contra mim; contra mim imaginam o mal, dizendo: 8. Uma doença má se lhe tem apegado; e agora que está deitado, não se levantará mais. 9. Até o meu próprio amigo íntimo, em quem eu tanto confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar. 10. Porém, tu, Senhor, tem piedade de mim, e levanta-me, para que eu lhes dê o pago. 11. Por isto conheço eu que tu me favoreces: que o meu inimigo não triunfa de mim. 12. Quanto a mim, tu me sustentas na minha sinceridade, e me puseste diante da tua face para sempre. 13. Bendito seja o Senhor Deus de Israel de século em século. Amém e Amém. Por Dan Mena. Membro Supervisor do Conselho Nacional de Psicanálise desde 2018 - CNP 1199 Membro do Conselho Brasileiro de Psicanálise desde 2020 - CBP 2022130

  • Autocontrole.

    Ações positivas para o autocontrole. Segundo os pesquisadores, as endorfinas são naturalmente liberadas dentro do nosso organismo quando realizamos às seguintes resoluções. Ações positivas para o autocontrole. Segundo os pesquisadores, as endorfinas são naturalmente liberadas dentro do nosso organismo quando realizamos as seguintes resoluções; 1 — Impactar positivamente outros — É um fator colaborativo que o fará apresentar-se valorizado pelas coisas que realiza, sentir-se útil, tal virtude construirá facilmente sua autoconfiança. Realizando certas tarefas que concebem bom impacto emocional. 2 — Pratique a importância da disciplina — O autocontrole leva a um sentimento de confiança, em simultâneo, compõe para a superação de pensamentos negativos, sensação de desamparo e desespero. Ao praticar a organização, estará criando músculos psíquicos para tornar-se emocional e mentalmente nivelado. 3 — Aprecie a beleza maravilhosa da arte e da natureza — Existem alguns estudos que mostram que simplesmente o contato com ela reduz o estresse e diminui a pressão arterial. Além disso, experimente sentar na praia, observar a arquitetura da sua cidade, realizar caminhadas, visitar galerias, praças, museus e parques. 4 — Gerir o seu nível de estresse — Investigações comportamentais afirmam ter um forte impacto sobre a nossa fisiologia. Uma das razões pelas quais, precisamos focar em controlar seus atritos. É um fato, que nem todos os motores que o ativam podem ser facilmente prevenidos, porém, é possível criar estratégias para sua administração. 5 — Limitar hábitos repetitivos — A repetição excessiva, é uma das práticas mentais mais insalubres da vida. É muito importante evitar tornar-se demasiado absorvido por elas, além disso, sugam sua energia mental. 6 — Mecanismos adaptativos — Oferecem capacidade de prever ou antecipar o perigo e preveni-los, para não enfrentar incidentes perigosos impulsivamente, com pouca previsão e sem considerar solicitar ajuda quando necessário. Ter humildade de analisar adequadamente os recursos internos e externos que dispomos. Por fim, aceitar que determinadas situações tem seu curso natural, é não podem ser mudadas. 7 — Identifique as fugas prejudiciais — Expedientes mal-adaptados são aqueles contraproducentes, que têm a ver com o consumo excessivo de álcool, medicamentos não receitados, uso de substâncias tóxicas, explosões agressivas de humor. Tais condutas, mascaram o desafio aos problemas e criam um espaço para o refúgio e a deserção. 8 — Analise seus pensamentos — Reflita e conclua sobre o adequado no seu ponto de vista e o que não. Não se apresse nas resoluções. Em vez disso, reserve um tempo para reagrupar e calibrar suas ideias. Se desejar, pense sobre sua jornada até hoje, pratique tudo o que aprendeu. Você decide, qual o lugar da repetição do insucesso no seu contexto de ação. Conscientemente, obterá discernimento para uma compreensão mais raiz das suas preocupações. Por Dan Mena. Membro Supervisor do Conselho Nacional de Psicanálise desde 2018 - CNP 1199 Membro do Conselho Brasileiro de Psicanálise desde 2020 - CBP 2022130

  • Rotina de Impactos Negativos.

    É muito relevante lembrar que qualidade de vida não seria o quanto possa durar nossa longevidade e existência, senão, viver com capacidade plena e saudável durante todo esse período. Esta visão, pode diferir de um indivíduo para outro. Rotina de Impactos Negativos para a Angústia. Trataremos dos principais apenas; 1 — Afeta o cérebro, relacionado a disfunções cognitivas, diminuição de memória e embaraço do aprendizado, prejudica a intercomunicação entre os neurônios e reduzindo as atividades sinápticas. 2 — Prejudicial para a pele, quando a glicose entra na corrente sanguínea, se liga a proteínas como o colágeno, formando a glicação. Nesse processo, desestrutura e enrijece, favorecendo o aparecimento de flacidez e rugas, acelerando o envelhecimento. 3 — Diabete, diretamente relacionada com a obesidade e sedentarismo. Com o pâncreas sobrecarregado, nosso organismo não consegue produzir a quantidade satisfatória de insulina para metabolizar os altos níveis de glicose no sangue. Por consequência, pode ocasionar a resistência insulínica, um dos principais sintomas da doença. 4 — Saúde bucal comprometida, as bactérias presentes na boca, que digerem os alimentos e se alimentam também de açúcar, produzem ácidos que atacam o esmalte dentário e provocam cáries. 5 — Sobrepeso e obesidade, quando o excesso de açúcares é acondicionado no organismo na conformação de gordura. 6 — Desarranjos intestinais, fornecendo sustento nutricional para uma abundante gama de bactérias e fungos, que perturbam o PH ácido do intestino, atrapalhando a absorção de nutrientes. 7 — Além de seu caráter viciante, que gera efeito ansiolítico e instabilidade do humor. 8 — Incremento no nível de estresse, isso ocorre pela inflamação do cérebro, que interfere nas ondas cerebrais, dificultando o pensar com clareza. A importância de uma rotina de qualidade. 1 — Pense positivo e esteja atento às emoções negativas, dúvidas e medos inevitavelmente nos assaltam, mas sempre podemos neutralizá-los, limite seu alcance com pensamentos direcionados a atos resolutos; 2 — Aprenda a relaxar e tolerar as adversidades, o estresse, é uma reação natural do corpo, útil em situações adversas, porém, muito prejudicial à saúde quando se desarranja. Assimile e descubra às técnicas de desconexão para acessar o benefício do seu controle; 3 — Alimente sua vida social e se apoie nos outros, somos seres sociais e gregários por natureza. Precisamos interagir com outras pessoas para nos divertir e compartilhar nossas preocupações diárias; 4 — Pratique esportes regularmente, exercícios ajudam, além de manter a forma, fortalecem a saúde, desanuviam a mente. A última coisa que você provavelmente quer realizar, é atividade física. No entanto, elas são altamente eficazes no gerenciamento da ansiedade. Exercícios contribuem; 1 — Ajudando a estabilizar a quantidade de substâncias químicas “felizes”, como dopamina e a serotonina, que melhoram o humor geral. Pesquisadores descobriram, que eles estimulam a produção de novas células cerebrais, resistentes ao estresse. Portanto, quanto mais se exercitar, maior o número delas sadias vão povoar seu organismo. 2 — As atividades físicas, de qualquer natureza e intensidade, renovam o equipamento físico do seu cérebro, assim, não é suficiente dedicar-se a realizá-los, também, é necessário ter em conta a alimentação, fator agregador combinante dos melhores resultados. Estilo saudável envolve considerar; 1 — Aquisição e manutenção de hábitos alimentares saudáveis; 2 — Incentivo de exercício regular ao ar livre; 3 — Estabelecer uma rede de relações sociais; ​​ 4 — Desenvolver a prática de técnicas de relaxamento, meditação e respiração; 5 — Promover e entregar-se a prática de atividades recreativas; 6 — Dominar e bloquear hábitos mentais negativos; 7 — Praticar o bom humor e manter a perspectiva otimista das situações; 8 — Valorizar e colocar ordem no tempo, organizando suas prioridades; 9 — Adotar um estilo de vida que respeite suas necessidades psicológicas e biológicas; 10 — Conhecer e determinar a quais estímulos emocionais e sexuais respondem melhor, é cultivá-los. É muito relevante lembrar que qualidade de vida não seria o quanto possa durar nossa longevidade e existência, senão, viver com capacidade plena e saudável durante todo esse período. Esta visão, pode diferir de um indivíduo para outro. Para um, provavelmente, é se sentir bem, para o oposto, não ter nenhum sintoma de doenças, ou um terceiro, talvez executar suas tarefas diárias sem dificuldades. Seja qual for a compreensão, atributo quantitativo, é o resultado equacionado de variáveis complexas que incluem elementos físicos, biológicos, ambientais, sociais e psíquicos. Ponderar, perseguir e ajustar o funcionamento equilibrado destes cinco componentes, deve ser uma tarefa primária humana, visto que das habilidades em gerenciá-las dependem todas as atividades que empreendemos para o desenvolvimento da vida. Somos, individualmente, os únicos realmente responsáveis por implementar rotinas e mudanças necessárias à conquista permanente dessa trajetória. 1 — A higiene psicológica começa em nós mesmos, todos devemos cuidar das nossas emoções, conforme preconiza a OMS. Nesse sentido, os especialistas em saúde mental concordam com a necessidade de se adotar uma série de hábitos saudáveis para o cuidado emocional; 2 — De cobertura para suas carências básicas. A primeira coisa que precisamos fazer para nos sentirmos bem, é satisfazer e cuidar das nossas necessidades fundamentais, como comer e dormir adequadamente. Elas são a chave para o bem-estar psicológico e não devemos negligenciá-las; 3 — Cuide da sua autoestima, desfrute de uma mente sadia, é importante que nos aceitemos, acreditemos em nós mesmos, como também confiar em nossos semelhantes; 4 — Cultive o autocontrole, não se trata de ignorar nossos afetos ou de nos deixar levar por eles, mas de saber defrontar, identificar é modular sua intensidade para agir acertadamente; 5 — Contrabalançar esperanças, definir propósitos, manter-se motivado e ser perseverante. Tais princípios medulares para o aprimoramento individual, estabelecendo metas alcançáveis para não desanimar em seu alcance. Por Dan Mena. Membro Supervisor do Conselho Nacional de Psicanálise desde 2018 - CNP 1199 Membro do Conselho Brasileiro de Psicanálise desde 2020 - CBP 2022130

  • Fugindo da Perfeição.

    As 10 melhores práticas. Fugindo da Perfeição. As 10 melhores práticas para opor-se ao perfeccionismo. 1 — Alcançar a perfeição requer mais dinâmica e tempo, seja menos detalhista e trabalhe seus alvos com serenidade; 2 — Ao centrar suas ações na perfeição, existe uma tendência de polarização, isso cria instabilidade na sua motivação; 3 — Progredir é essencial, concentre-se em evoluir, isso pode tornar muito mais fácil a execução das suas tarefas; 4 — Guiando-se exclusivamente para atos perfeitos bloqueamos sobremaneira nossas oportunidades de êxito, inibindo a capacidade de abrir a mente a possibilidades, inovação e perspectivas; 5 — Use a motivação para seguir, apoie-se naquilo em que foi desafiado e venceu; 6 — Estimule sua criatividade e processos de aprendizagem; 7 — Não se frustre pelos percalços, sua mente tentará uma autoimposição seletiva que pode levá-lo a abandonar suas metas; 8 — Desfrute e comemore suas realizações por menores que sejam, isso criará entusiasmo para o passo seguinte; 9 — O caráter mutável da vida faz a rigidez do perfeccionismo insustentável aos avanços, treine sua agilidade mental para vencer suas batalhas; 10 — Quando aplicar tais sugestões e obter sucesso em aplicá-las, faça um “pit-stop” analítico; Questione-se; De que forma essas mudanças melhoraram seu progresso? Permita interrogar-se, memorize a forma que mudou sua interpelação; Análise, como isso contribui para induzi-lo a um estado de espírito facilitador; Como essas realizações, sejam grandes ou pequenas, o motivaram positivamente. Faça um “upgrade” dos seus pensamentos, colete essas informações conscientemente para continuar desenvolvendo e prosperando. Progressos merecem recompensas! Após trabalhar em uma tarefa que tem evitado, permita-se aproveitar os frutos de seu trabalho, dedicando um tempo para se presentear e fazer algo que aprecia. Escolha gratificações que possam ajudá-lo a progredir deste ponto, onde se encontra atualmente. Recompensar-se com 1 quilo de sorvete durante uma jornada para perder peso não ajudará seus objetivos. Em vez disso, escolha um artesanal de tamanho adequado, numa taça decorada, num lugar incrível, algo saudável, diferente, no mesmo propósito. Isso, não somente o motivará a atingir o seguinte nível, mas também saberá que da próxima vez, haverá uma gratificação toda especial lhe aguardando. Assim, sucessivamente, aumente os bônus, sempre mais altos, melhores e saboreados como prêmios merecidos. Claro, que o exemplo utilizado, é apenas uma subjetividade para entender o processo. Feitos, que você poderá aplicar e renovar assiduamente. Por Dan Mena. Membro Supervisor do Conselho Nacional de Psicanálise desde 2018 - CNP 1199 Membro do Conselho Brasileiro de Psicanálise desde 2020 - CBP 2022130

  • Seja Você Mesmo.

    Definir expectativas enquanto perseguimos metas. Uma ótima maneira de garantir otimismo para concluir tudo o que projetamos. Definir expectativas enquanto perseguimos metas. Uma ótima maneira de garantir otimismo para concluir tudo o que projetamos. Se esses lances não resultarem de suas convenientes necessidades e anseios, ao contrário, se basearem no que os outros acreditam ser certo, é provável estar vivendo a realidade de terceiros. Quando os sonhos não são seus, perseguições em atingi-los, representam simbolicamente algo estranho e desconectado da sua vida. A solução psíquica para o problema, é se concentrar no progresso das próprias ideias, mesmo que não pareçam tão perfeitas e brilhantes. Sem espaço para uma pausa. Como resultado dessa interpretação, acabará sentindo que não fez o necessário para concluir seu alvo. É provável trabalhar mais, vá longe, sem espaço para fazer uma pausa para si. Tudo o alcançado pode ser insuficiente, porque as metas estabelecidas estão indo ao encontro de um propósito alheio, sem significado nem valor introspectivo. Expectativas emprestadas, prevem fatores de risco para o desenvolvimento de problemas de ansiedade. Pessoas com esse traço de individualidade, incluindo o elemento da insegurança, são levados a sentimento de impotência. Emocionalmente, essas condutas, podem criar angústia e estresse, particularmente quando o medo da rejeição o conduzirem a agir na direção de agradar, em vez de como gostaria de ser. Um perfeccionista, é um sujeito superabundante, fiel, intenso e grande crítico da sua realidade. Existe o outro lado desse proceder, inversamente oposto na sua medida. Também, serão indivíduos habitualmente menos considerados, sendo os primeiros a ser isolados socialmente. Para equacionar essa conta, seria relevante encontrar o equilíbrio entre ações e pensamentos, perseguindo a construção ideal passível, sem abalar o emocional. O perfeccionismo é uma qualidade humana, mas apenas se estiver sob nosso controle. Assim, pensando em evolução, aceitando a imperfeição, podemos derrubar os obstáculos para incluir as mudanças necessárias ao êxito das nossas verdadeiras vocações e ambições. Um obstáculo comum ao realizar mudanças pessoais e transformadoras, é a comparação social. Não será possível medir nosso fluxo de planificação com outros, quando se trata de criar uma agenda. Um programa que aparenta ser muito conveniente para alguém, pode não ser adequado para seu estilo, forma e execução. Tornando-se a mudança; Reserve um tempo para refletir sobre seus ideais, coisas, com as quais se conecta e outras que deseja atrair para sua vida. Quão próximo se encontra da sua realidade atual? Se estiver alinhado pode pular esta etapa, mas se o que imaginou possui um contraste com sua vivência, então, é hora de mudar a sua trajetória. É momento de retornar seguindo novas diretrizes. Nesse trajeto as coisas precisam fazer sentido, ressoar, combinar com você. Porque ao percorrer esse caminho prestes a criar, poderá descobrir o seu verdadeiro propósito. Qual a maneira de viver sua vida com seus próprios objetivos? As mudanças serão percebidas com as misturas de modificações externas, (por exemplo, como gasta seu tempo) e as alterações internas, (da maneira que pensa e acredita nelas). a. Reflita sobre sua narrativa. Que parte delas precisas modificar? b. O que é necessário para representar a mudança que deseja? c. Faça uma lista das etapas que considera básicas para chegar lá; d. Comece a trabalhar nelas, um passo de cada vez. Mude tudo se precisar, uma coisa de cada vez! Por Dan Mena. Membro Supervisor do Conselho Nacional de Psicanálise desde 2018 - CNP 1199 Membro do Conselho Brasileiro de Psicanálise desde 2020 - CBP 2022130

  • Sexualidade na Psicanálise.

    Para a psicanálise, a sexualidade é uma condição que nos estrutura subjetivamente e, por esta mesma razão, vai além do mero exercício da função reprodutiva e da zona genital. Sexualidade na Psicanálise. Para a psicanálise, a sexualidade é uma condição que nos estrutura subjetivamente e, por esta mesma razão, vai além do mero exercício da função reprodutiva e da zona genital. A sexualidade é, para a psicanálise, algo que designa o modo como as pessoas estão sujeitas ao campo do outro. Da vida infantil, e da forma com que temos sido cuidados por nossos pais e tutores, nos é dado, além da satisfação de nossas necessidades de autopreservação, acesso ao mundo social. Em nossos primeiros laços, são estabelecidos os modos de satisfação libidinal que durarão até a idade adulta, simultaneamente, em que se configura uma identidade sexual, uma forma de amar e de se unir ao outro. A sexualidade, é um conceito complexo ligado ao desejo, ao amor, aos afetos e narcisismo, à proibição do incesto e à diferença entre os sexos. Considerar sexualidade, significa investigar como o ser humano é determinado pelas funções educativas dos pais, pela cultura, pelas contingências do desenvolvimento histórico das suas experiências, e como isso foi internalizado. Tudo isso ocorre, no campo do significante, caracterizando a sexualidade humana. O impulso sexual é uma constante, uma força interna ativa cujo objetivo é obter prazer, onde o motor psíquico nos move em torno de um objeto, e sua satisfação está na viagem em direção ao encontro com ele. É a partir daí, que a libido, na forma de impulsos sexuais, se articulam para modos específicos de gozo: pontos de fixação da sexualidade pré-genital definidos por metas e objetos antes da descoberta de um específico, ao qual a libido tenderá a retornar na vida adulta. Estes pontos de fixação libidinal, bem como a tendência repetitiva de buscar satisfação voltando a eles, são fatores que compõem a lógica de funcionamento do sintoma neurótico. Entretanto, ainda há um elemento chave a ser adicionado, que permitirá o retorno do reprimido na formação do sintoma: este elemento é a fantasia, que dança entre o princípio do prazer e o da realidade, onde o neurótico nega a castração, resistindo à renúncia pulsional exigida pelo desenvolvimento. A repressão, é um mecanismo ineficaz para domar o impulso, e o drama neurótico é prova disso. A diferença fundamental entre instinto e impulso, é que o instinto já tem um conhecimento pré-formado, ligado a um objeto, é por isso que você nunca verá um gato fetichista, ou um coelho travesti, enquanto no impulso, o objeto é o mais variável e depende da história subjetiva de cada indivíduo. Desta forma, a sexualidade está relacionada ao determinismo psíquico e à forma como voltamos aos modos primitivos de satisfação ocorridos na infância, que muitas vezes nos recusamos a abandonar. À medida que crescemos, vamos perdendo os objetos que antes eram uma fonte de satisfação. Em qualquer caso, o vestígio deles, permanecerá inscrito no nível da fantasia, que servirão como motores para nos conectarmos na vida adulta por aqueles que iremos substituir. Conectamos entre nós, com respeito às condições de amor que estão estruturadas em nossas constituições primeiras. A fusão fantasma entre um homem e uma mulher, ocorre no encontro do inconsciente, porque há algo em mim que está em você. Quando as pessoas escolhem umas às outras para formar um vínculo, o fazem em relação ao que negamos, ao que não sabemos sobre nós mesmos. Não escolhemos o outro devido às condições explicitadas em nossa racionalidade ou em nossos ideais, embora presentes, o modo da escolha é absolutamente irracional e inconsciente. O outro, e o fantasma daquele que tem históricos discursivos semelhantes aos meus, ou seja, que a história em relação a certos significantes; como abandono, solidão, maus tratos, violência, rejeição, frustração, indiferença, nos vinculam e colocam na encruzilhada comum. Por Dan Mena. Membro Supervisor do Conselho Nacional de Psicanálise desde 2018 - CNP 1199 Membro do Conselho Brasileiro de Psicanálise desde 2020 - CBP 2022130

  • A Paranoia.

    É uma doença, produto de um mecanismo de defesa psíquico, inconsciente, que surge como resultado da repressão de uma representação intolerável, dolorosamente oposta ao ego do sujeito. É uma doença, produto de um mecanismo de defesa psíquico, inconsciente, que surge como resultado da repressão de uma representação intolerável, dolorosamente oposta ao ego do sujeito. Segundo definição de Freud, "A paranoia crônica, em sua forma clássica, é um modo patológico de defesa, como a histeria, a neurose obsessiva e os estados de confusão alucinatória. As pessoas tornam-se paranoicas por não conseguirem tolerar algumas coisas – desde que, naturalmente, seu psiquismo esteja predisposto a tanto". Já Lacan, dá a seguinte leitura... Trabalha ele no sentido de um estudo fenomenológico e estabelece a paranoia como um desenvolvimento de personalidade, a partir de sua concepção de doença mental como doença da personalidade em seu vir a ser, em sua estrutura. O que pode desencadear seu aparecimento? Uma das hipóteses mais difundidas é a dopaminérgica, em que áreas específicas do cérebro apresentam um excesso da atividade desse neurotransmissor, assim, o transtorno bipolar, ansiedade crônica, depressão, entre outros sintomas, podem desencadear um quadro de paranoia. A pessoa neste estado, projeta para o exterior sobre outros, aquilo que não quer perceber dentro de si mesmo. Mas ele/a, não se projeta nele, se deixando guiar por seu próprio conhecimento, e deslocando a atenção desviada do seu próprio inconsciente para o inconsciente dos outros. Por exemplo, o ciumento paranoico, em sua consciência, amplia a possível e fantasiosa infidelidade de sua esposa, assim, consegue manter seu próprio inconsciente fixado. Também, a hostilidade se faz presente nessa atribuição aos outros, como um reflexo de seus próprios sentimentos hostis, é contra as tendências das quais se defende. Em todos os casos, verticalmente comprovado, têm a ver com fantasias homossexuais inconscientes. Geralmente, é acompanhado por um sentimento de que as pessoas ao seu redor conspiram contra, e querem prejudicá-lo, introduzindo um processo de desconfiança ampliado, o que o impede de viver em paz socialmente, estreitando às relações familiares e afetivas. Não se desespere, procure fazer alguma coisa que o distraia, não se sinta deslocado, procure se acalmar. O olhar sobre si, é muito importante, mas olhar as pessoas no seu entorno pelo lado bom, será reconfortante, vai lhe transmitir mais serenidade para tratar do problema. Sei que é difícil, não é uma tarefa simples para o acometido, mas dá para amenizar. Me ligue, a psicanálise pode contribuir na elaboração de uma nova estrutura para sua solução. Como detectar se você sofre deste distúrbio? Alguns traços que a caracterizam: Baixa autoestima e frieza emocional. Autocrítica permanente. Hostilidade, autoritarismo, ressentimento, narcisismo, agressividade. Desconfiança, incapacidade de trabalhar com outros. Sentimento de estar em perigo, limitando a vida social. Mania de perseguição, se sente perseguido por forças poderosas e incontroláveis. Fica na defensiva verbal o tempo todo, pela autoinsegurança gerada, mesmo em situações cotidianas. Delírios de grandeza, acreditam ter sido escolhidos para cumprir uma missão muito importante ou para salvar o mundo. Acredita que outra pessoa, geralmente de posição social elevada, famosa, rica, poderosa, está apaixonada por ele ou ela. Ciúmes paranoicos, imaginários e ilusórios, acreditam que seu parceiro está sendo infiel, apesar de todas as evidências em contrário. Delírios somáticos, sente que tem alguma doença ou defeito físico, o que na realidade não existe. Se você sofre de algum destes sintomas característicos, a psicanálise pode ajudá-lo não apenas curando, mas restabelecendo e produzindo as modificações definitivas para que você não adoeça novamente. Como tratamos? Ao contrário de outras disciplinas como a psiquiatria ou psicologia, as causas da paranoia são desconhecidas, portanto, são simplesmente atribuídas à genética ou ao meio ambiente. Na psicanálise, sabemos sobre o conteúdo implícito que se passa na mente inconsciente da pessoa que sofre desse distúrbio, lidamos com este tipo de problema de uma forma mais humana, através das palavras e da linguagem que nos constituí. Sabemos que o mecanismo psíquico em jogo, transita por um mecanismo psíquico vertical normal, que funciona linearmente para todos. Em qualquer pessoa, podem existir traços ou haver, em maior ou menor grau, um registro paranoico de personalidade, advinda da desconfiança sobre outros. O que acontece, por padrão, é que na perspectiva, tal mecanismo é ampliado e exagerado, potencializando seu desenvolvimento. O tratamento, visa regular e equilibrar as quantificações psíquicas, permitindo que o paciente se recupere para viver melhor. Embora algumas disciplinas afirmem que este mal, não pode ser curado, o tratamento psicanalítico permite ao paciente não apenas curar-se da doença, mas também construir uma vida de saúde mental e relações saudáveis. O tratamento pode levar mais ou menos tempo, dependendo do caso, é do envolvimento do paciente, mas é eficaz na maioria deles. Benefícios do tratamento: Reduzir a angústia. Quebrar isolamento social. Trabalhar a depressão e irritabilidade. Eliminar o ressentimento e controle dos ciúmes. Fazer avaliações mais realistas das situações diárias. Melhora das interações sociais. Aumento das relações interpessoais. Mais produtividade e positivismo nas relações profissionais. Sensível aumento da autoestima e recuperação do humor. Transformação através do próprio conhecimento. Viver melhor, com mais otimismo sobre as projeções futuras. Por Dan Mena. Membro Supervisor do Conselho Nacional de Psicanálise desde 2018 - CNP 1199 Membro do Conselho Brasileiro de Psicanálise desde 2020 - CBP 2022130

  • Preocupação Normal ou Patológica?

    É normal experimentar preocupações de diferentes tipos? Quando elas se tornam patológicas, perturbam o bem-estar e rotinas, é necessária uma atenção especial. Enquanto para uns, é uma peculiaridade individual do dia a dia, para outros, pode parecer um pesadelo impossível de ser ultrapassado. É normal experimentar preocupações de diferentes tipos? Quando elas se tornam patológicas, perturbam o bem-estar e rotinas, é necessária uma atenção especial. Enquanto para uns, é uma peculiaridade individual do dia a dia, para outros, pode parecer um pesadelo impossível de ser ultrapassado. Não é difícil distinguir os dois campos, rótulos como “pessimistas” e “otimistas”, respectivamente, são frequentemente usados para formas aparentemente opostas de abordagem para cada matriz. Ainda, a mesma surge por razões combinadas de indicadores, que levam uma pessoa a acreditar firmemente que eventos desfavoráveis podem acontecer dentro do seu panorama. Embora o grau de seriedade que se apresente possa variar consideravelmente, segundo a visão de mundo de cada indivíduo. Quando alguém se aflige, antes de perceber algum destes sinais, não será necessariamente uma atitude caprichosa e autodestrutiva, mas pode indicar uma figura extremamente lógica. Quem se preocupa em não saber se chegará a tempo para uma reunião importante dentro de três dias, não precisa ser cravado como exagerado. Talvez sua ansiedade se baseie no conhecimento prévio do mau serviço do transporte público em sua região, ou dos engarrafamentos habituais na rota entre sua casa e o local. Naturalmente, é mais comum que um indivíduo expresse preocupação apenas quando o problema surge de fato, no dia do seu noivado, numa apresentação, entrevista ou enfrentando um trânsito carregado em direção ao seu compromisso. Como em diversos casos, o normal não é necessariamente positivo, da mesma forma, o anormal nem sempre é negativo. Entretanto, o que realmente importa no final do dia, é se uma pessoa está exagerando ou se está certa toda vez que se preocupa com algo que não acontecerá. O problema começa quando essa inquietação é muito intensa e se torna desgovernada. Infelizmente, muitas das pessoas que vivem atormentadas pelas constantes inquietações nunca recebem o apoio do seu ambiente, ainda, são acusadas de serem pessimistas. A introspecção, através da exploração do nosso passado, pode ser essencial para compreender a origem de tais circunstâncias. Ninguém escolhe se desassossegar excessivamente com tudo, ou efetua isso para irritar os outros, mas há razões profundas que precisam ser detectadas e tratadas adequadamente para melhorar a defrontação desses episódios. Para aqueles que desejam aprimorar a resistência, livrar-se ou rechaçar melhor às tensões e desconfortos dessa natureza, fortalecer e manter sua saúde emocional. Necessitam constituir atenção singular aos seus sentimentos e necessidades, equilibrar, e harmonizar o acúmulo de estresse em seu sistema psíquico antes que ganhem força. Interromper o ciclo, e focar nas suas ocupações e responsabilidades diárias, sem projetar eventos. Se você cuidar bem de si, pode ter certeza que estará cem por cento preparado e pronto para lidar com provas e desafios futuros que possam surgir. Este cuidado, geralmente, inclui a realização de; Atividades que liberam endorfinas no seu corpo. Segundo os pesquisadores, as endorfinas são naturalmente liberadas dentro do nosso organismo quando realizamos as seguintes resoluções; 1 — Impactar positivamente outros — É um fator colaborativo que o fará apresentar-se valorizado pelas coisas que realiza, sentir-se útil, tal virtude construirá facilmente sua autoconfiança. Realizando certas tarefas que concebem bom impacto emocional. 2 — Pratique a importância da disciplina — O autocontrole leva a um sentimento de confiança, em simultâneo, compõe para a superação de pensamentos negativos, sensação de desamparo e desespero. Ao praticar a organização, estará criando músculos psíquicos para tornar-se emocional e mentalmente nivelado. 3 — Aprecie a beleza maravilhosa da arte e da natureza — Existem alguns estudos que mostram que simplesmente o contato com ela reduz o estresse e diminui a pressão arterial. Além disso, experimente sentar na praia, observar a arquitetura da sua cidade, realizar caminhadas, visitar galerias, praças, museus e parques. 4 — Gerir o seu nível de estresse — Investigações comportamentais afirmam ter um forte impacto sobre a nossa fisiologia. Uma das razões pelas quais, precisamos focar em controlar seus atritos. É um fato, que nem todos os motores que o ativam podem ser facilmente prevenidos, porém, é possível criar estratégias para sua administração. 5 — Limitar hábitos repetitivos — A repetição excessiva, é uma das práticas mentais mais insalubres da vida. É muito importante evitar tornar-se demasiado absorvido por elas, além disso, sugam sua energia mental. Utilize estas dicas para enfrentar preocupações e lide melhor com às tensões e desconfortos. Por Dan Mena. Membro Supervisor do Conselho Nacional de Psicanálise desde 2018 - CNP 1199 Membro do Conselho Brasileiro de Psicanálise desde 2020 - CBP 2022130

  • Pregunta en el Blog.

    TBT, Rosita, Daniel, Abuelita Rosa y Marisel. Pregunta en el Blog; danmena.com.br ¿Primo, a quien se dirige esta música? Hola prima, buenas noches, bien, seguro que tiene una dirección. Las músicas que escojo están siempre conectadas con el artículo que la acompaña. Por ejemplo, en este caso, hablo de donar, donarse, luego Henrique iglesias dice..."FALTA TANTO AMOR ENTRE TÚ Y YO". Entonces, lógico que es necesario un poco de imaginación y leer el artículo... así, la persona podrá entender fácilmente... Que el amor que falta, no es una falta o ausencia mía, particular, sino; "ENTRE, TÚ Y YO" dónde ENTRE, somos nosotros, todos los seres humanos, TÚ Y YO, nuestros iguales. Entonces, lo que en pocas palabras quiero decir metafóricamente... FALTA TANTO AMOR..."al mundo", "entre las personas". Bien primita, espero que ahora tú puedas darle una vuelta a esa llave. Y sabes que te agradezco mucho que me hagas la pregunta públicamente, pues que no es la primera, ni la última persona que puede tener esta falsa percepción e interpretación sobre las letras y músicas que le pongo a los artículos. Y otra, no es fácil este encuentro, como todo, da un trabajito que lo hago con mucho gusto. Y finalizando a tu pregunta, bueno, supongo que sería de una total desconformidad profesional que tuviera cualquier sombra sobre algún afecto. No que no pueda ser afectado, como cualquier ser, pero sin dudas que tengo las herramientas psíquicas, conocimientos necesarios para buscar las resoluciones y también contar con mi analista claro, (como todo psicoanalista debe tener). Como podría soportar oír a las personas si no tuviera este balance, no podría ni ser un buen oyente si pairasen sobre mí, asuntos emocionales personales no solucionados. ¿Cómo podría entender los problemas ajenos, si ni siquiera fuera capaz de elucidar los míos? Te requiero Mari, te mando una fotito que le tengo mucho aprecio y cariño, Rosita, Yo, la abuelita Rosa y vos, buenas noches y un beso grande para todos. Dan Mena.

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Este conteúdo é baseado em 10 anos de prática clínica em psicanálise, respaldada por minha formação e registros profissionais junto ao; Conselho Nacional de Psicanálise (CNP 1199) e Conselho Brasileiro de Psicanálise (CBP 2022130).  
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